Um curta metragem produzido pela diocese de Phoenix nos EUA, sobre a crise na sociedade que estamos enfrentando por conta de uma masculinidade deficiente.
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terça-feira, 7 de junho de 2016
Chamados ao Combate
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domingo, 15 de maio de 2016
A figura paterna e seu indispensável papel na educação dos filhos e filhas
Além das funções tradicionais designadas aos homens como provedores do lar e figura paterna no desenvolvimento dos filhos, a vida do século 21 lhes confiou novas tarefas, que os levam a envolver-se mais ainda na família.
O papel do pai deu um giro positivo em muitos aspectos. No geral, o pai, hoje, tem as mesmas responsabilidades que a esposa no lar: está junto na criação dos filhos, faz compras, troca fraldas, ajuda nas tarefas escolares, transporta as crianças etc.
Isso se deve, em parte, à inclusão da mulher no mundo do trabalho, o que deu ao pai a possibilidade e obrigação de assumir novas funções dentro da família. As grandes beneficiadas desta mudança são, certamente, as esposas, ao trabalhar em equipe com seus maridos, filhos e a família inteira, como instituição e base da sociedade.
Por isso, dadas as circunstâncias da vida moderna, os homens têm algumas prioridades:
1. Uso do tempo
O equilíbrio entre família e trabalho é uma das maiores dificuldades dos pais. Muitos reclamam da falta de tempo para estar com os filhos, pois, na verdade, é algo que querem fazer. Frente a este desafio, vale a pena recordar a máxima: “Trabalhamos por eles e para eles, não os percamos no caminho”. Dessa maneira, a prioridade volta a ser a família, e o trabalho ocupa o lugar que lhe corresponde.
O papel do pai deu um giro positivo em muitos aspectos. No geral, o pai, hoje, tem as mesmas responsabilidades que a esposa no lar: está junto na criação dos filhos, faz compras, troca fraldas, ajuda nas tarefas escolares, transporta as crianças etc.
Isso se deve, em parte, à inclusão da mulher no mundo do trabalho, o que deu ao pai a possibilidade e obrigação de assumir novas funções dentro da família. As grandes beneficiadas desta mudança são, certamente, as esposas, ao trabalhar em equipe com seus maridos, filhos e a família inteira, como instituição e base da sociedade.
Por isso, dadas as circunstâncias da vida moderna, os homens têm algumas prioridades:
1. Uso do tempo
O equilíbrio entre família e trabalho é uma das maiores dificuldades dos pais. Muitos reclamam da falta de tempo para estar com os filhos, pois, na verdade, é algo que querem fazer. Frente a este desafio, vale a pena recordar a máxima: “Trabalhamos por eles e para eles, não os percamos no caminho”. Dessa maneira, a prioridade volta a ser a família, e o trabalho ocupa o lugar que lhe corresponde.
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quinta-feira, 21 de abril de 2016
A masculinidade roubada
ESCRITO POR ALBERTO MANSUETI
Faz mais de 25 anos, um quarto de século, que o mundo viu a queda do Muro de Berlim, e em seguida o colapso do império soviético. Os desorientados decretaram “o fim do socialismo”; porém, não foi assim.
Em “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, publicado em 1884, ano seguinte à morte de Marx (1883), Friedrich Engels mostrou aos marxistas que o capitalismo está estritamente ligado à família. Portanto, para destruir o capitalismo, é necessário destruir a família.
O século 20 pode ser chamado de “século do marxismo”: todos os países do mundo, quase sem exceção, foram aplicando todas e cada uma das dez medidas econômicas enumeradas por Marx e Engels no “Programa mínimo” do Manifesto Comunista de 1848, capítulo 2. Assim o capitalismo foi eliminado em muitos países, e em outros foi seriamente mutilado, e tolhido em sua capacidade de gerar riqueza, em especial para os mais pobres.
Primeira consequência: o salário normal de um trabalhador ou empregado não é suficiente para sustentar uma família, e cada lar necessita de pelo menos dois salários para subsistir. Segunda consequência: o trabalho da esposa já não é uma opção livremente escolhida, para realizar-se fora do lar, em seu negócio, ofício, profissão ou atividade lucrativa, mas uma obrigação premente, por causa da escassez material, em razão da aplicação do marxismo clássico ortodoxo à economia.
Em uma economia capitalista, o trabalho fora do lar seria para cada mãe uma opção, não um fardo. E ao escolhê-la, tal ingresso permitiria que encontrasse paliativos para sua ausência momentânea de casa, sem conflitos; porém isso é impossível quando tal fato é absolutamente necessário, dada a insuficiência do ingresso apenas do marido em uma economia não capitalista, pouco eficiente e pouco rentável. Assim, são inevitáveis os conflitos domésticos, causando disfunções e rupturas familiares em massa. Gol do marxismo!
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
A figura do pai
A luta da esquerda para destruir a família é sobretudo a luta para destruir e/ou diminuir a figura masculina, infantilizando-a. O socialismo é uma forma eminentemente feminina de organizar a sociedade.
Fui ver o filme O Regresso, do diretor mexicano Alejandro Iñarritu, um belo filme que é narrado desde a perspectiva masculina. Não à toa está indicado para uma dúzia de estatuetas do Oscar. Merecido de tão bom. É uma história de superação, de coragem e de resistência diante de intempéries, feras selvagens e inimigos. O filme se passa na segunda metade do século XIX, portanto não faz muito tempo, e se reporta a fatos ocorridos na vida real.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
O auxílio de Deus, que uniu os esposos!
"De fato, não é coisa fácil ser boa esposa. Acolher sempre amável e sorridente o esposo que entra em casa fatigado e aborrecido. Não se abandonar aos próprios caprichos e fantasia, mas fazer unicamente o que é razoável. Cuidar sempre dos filhos, com amor, mesmo se o menor é muito aborrecido, o segundo é turbulento e o terceiro é muito peralta. Sempre e com paciência praticar, entre eles, a justiça, ainda que o primogênito seja insuportável, questione dez vezes por dia com seus irmãos e irmãs. E ainda cuidar da cozinha, da casa, da limpeza, praticar a economia, e fazer a lavagem e os consertos, saber como se recebem e se fazem visitas...Sim, não é fácil ser uma boa esposa.
Mas não me queiram mal por isto, se constato o mesmo para a outra parte: "De fato, é difícil ser um bom esposo." Ter sempre em primeiro plano as necessidades materiais da família apesar das dificuldades da vida atual. Novos vestidos que serão necessários, ou a pintura do quarto, ou ainda lições às crianças, ora isto, ora aquilo. Apesar das preocupações e dos cuidados do pão cotidiano, deve achar tempo para ser pai de família e não somente um empregado de escritório. Saber, ao mesmo tempo, fazer companhia à esposa e brincar com os filhos, sentindo o peso da vida, saber em casa pôr de lado todo o amargor e todo o nervosismo. Não se preocupar se o jantar estar um pouco atrasado, não discutir se o prato favorito não sai bom, suportar pacientemente os brinquedos barulhentos dos filhos...Sim, não é fácil ser um bom marido.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
O matrimônio na visão de Tolkien
De uma carta para seu filho Michael Tolkien
6-8 de março de 1941
Os relacionamentos de um homem com as mulheres podem ser puramente físicos (na verdade eles não podem, é claro, mas quero dizer que ele pode recusar-se a levar outras coisas em consideração, para o grande dano de sua alma (e corpo) e das delas); ou “amigáveis”; ou ele pode ser um “amante” (empenhando e combinando todos os seus afetos e poderes de mente e corpo em uma emoção complexa poderosamente colorida e energizada pelo “sexo”). Este é um mundo decaído. A desarticulação do instinto sexual é um dos principais sintomas da Queda. O mundo tem “ido de mal a pior” ao longo das eras. As várias formas sociais mudam, e cada novo modo tem seus perigos especiais: mas o “duro espírito da concupiscência” vem caminhando por todas as ruas, e se instalou em todas as casas, desde que Adão caiu. Deixaremos de lado os resultados “imorais”. Para esses você não deseja ser arrastado. À renúncia você não tem nenhum chamado. “Amizade”, então? Neste mundo decaído, a “amizade” que deveria ser possível entre todos os seres humanos é praticamente impossível entre um homem e uma mulher. O diabo é incessantemente engenhoso, e o sexo é seu assunto favorito. Ele é da mesma forma bom tanto em cativá-lo através de generosos motivos românticos, ou ternos, quanto através daqueles mais vis ou mais animais. Essa “amizade” tem sido tentada com freqüência: um dos dois lados quase sempre falha. Mais tarde na vida, quando o sexo esfria, tal amizade pode ser possível. Ela pode ocorrer entre santos. Para as pessoas comuns ela só pode ocorrer raramente: duas almas que realmente possuam uma afinidade essencialmente espiritual e mental podem acidentalmente residir em um corpo masculino e em um feminino e ainda assim podem desejar e alcançar uma “amizade” totalmente independente de sexo. Porém, ninguém pode contar com isso. O outro parceiro(a) irá desapontá-la(-lo), é quase certo, ao se “apaixonar”. Mas um rapaz realmente não quer (via de regra) “amizade”, mesmo que ele diga que queira. Existem muitos rapazes (via de regra). Ele quer amor inocente, e talvez ainda irresponsável. Ail Ail que sempre o amor foi pecado!, como diz Chaucer. Então, se ele for cristão e estiver ciente de que há tal coisa como o pecado, ele desejará saber o que fazer a respeito disso.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Quatro conselhos dos santos para a educação dos seus filhos
Vão aqui quatro preciosos conselhos dos santos para a educação dos seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família.
“Como poderão os filhos ser bons, se os pais não prestam? Só por milagre”. Com essa frase, Santo Afonso de Ligório resume a grave responsabilidade dos pais na formação da consciência de seus filhos. Como ensinou Nosso Senhor, pelos seus frutos os conhecereis. São muitíssimos os nomes de santos que tiveram pais ou mães igualmente virtuosos: Santo Agostinho e Santa Mônica, São Gregório Magno e Santa Sílvia, Santa Catarina da Suécia e Santa Brígida… e a lista se estende. São verdadeiramente almas gigantes, que só puderam se elevar porque receberam uma educação exemplar de seus pais.
Vão aqui quatro conselhos dos santos para você educar os seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família.
“Como poderão os filhos ser bons, se os pais não prestam? Só por milagre”. Com essa frase, Santo Afonso de Ligório resume a grave responsabilidade dos pais na formação da consciência de seus filhos. Como ensinou Nosso Senhor, pelos seus frutos os conhecereis. São muitíssimos os nomes de santos que tiveram pais ou mães igualmente virtuosos: Santo Agostinho e Santa Mônica, São Gregório Magno e Santa Sílvia, Santa Catarina da Suécia e Santa Brígida… e a lista se estende. São verdadeiramente almas gigantes, que só puderam se elevar porque receberam uma educação exemplar de seus pais.
Vão aqui quatro conselhos dos santos para você educar os seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
10 conselhos de Dom Bosco aos pais
1. Valorize o seu filho. Quando respeitado e estimado, o jovem progride e amadurece.2. Acredite no seu filho. Mesmo os jovens mais ´difíceis´ trazem bondade e generosidade no coração.
3. Ame e respeite o seu filho. Mostre a ele, claramente, que você está ao seu lado, olhe-o nos olhos. Nós é que pertencemos a nossos filhos, não eles a nós.
4. Elogie seu filho sempre que puder. Seja sincero: quem de nós não gosta de um elogio?
5. Compreenda seu filho. O mundo hoje é complicado, rude e competitivo. Muda todo dia. Procure entender isto.Quem sabe ele está precisando de você, esperando apenas um toque seu.
6. Alegre-se com o seu filho. Tanto quanto nós, os jovens são atraídos por um sorriso; a alegria e o bom humor atraem os meninos como mel.
7. Aproxime-se de seu filho. Viva com o seu filho. Viva no meio dele.Conheça seus amigos. Procure saber onde ele vai, com quem está. Convide-o a trazer seus amigos para a sua casa. Participe amigavelmente de sua vida.
8. Seja coerente com o seu filho. Não temos o direito de exigir de nosso filho atitudes que não temos. Quem não é sério não pode exigir seriedade. Quem não respeita, não pode exigir respeito.O nosso filho vê tudo isso muito bem, talvez porque nos conheça mais do que nós a ele.
9. Prevenir é melhor do que castigar o seu filho. Quem é feliz não sente a necessidade de fazer o que não é direito. O castigo magoa, a dor e o rancor ficam e separam você do seu filho. Pense, duas, três, sete vezes, antes de castigar. Nunca com raiva. Nunca.
10. Reze com seu filho. No princípio pode parecer “estranho”. Mas a religião precisa ser alimentada. Quem ama e respeita a Deus vai amar e respeitar o seu próximo. “Quando se trata de educação não se pode deixar de lado a religião”.
Fonte: http://
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Amor de pai é uma das principais influências na personalidade humana
Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.
“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.
Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.
“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
Honrar o pai é Honrar a Deus!
Honrar nosso pai é o mesmo que honrar a Deus
A grande e honrosa tarefa que Deus reservou para os pais é a de gerar e educar os seus filhos. Os pais são cooperadores de Deus na maior de todas as missões, gerar os filhos de Deus, à sua imagem e semelhança. Nada pode se igualar à sublimidade desta obra. Se é importante e digno produzir os bens que utilizamos: casas, roupas, móveis, alimentos, etc, quanto mais digno e nobre é dar a vida a novos seres humanos? Uma só vida humana vale mais do que todo o universo material, pois nada disso tem uma alma imortal, imagem e semelhança do próprio Deus.
O Catecismo da Igreja nos ensina que “a paternidade divina é a fonte da paternidade humana”(§ 2214), e que aí está o “fundamento da honra devida aos pais”. Os filhos devem aos pais o “dom da vida”.
Por ser muito grande a missão dos pais, Deus lhes cobre de glória, e obriga os filhos a honrá-los. É impressionante notar como Deus exalta a figura dos pais, em face da sua missão importantíssima de gerar e educar os filhos.
O destaque aos pais começa pelo fato de um dos Mandamentos, o quarto, ser dedicado a eles: “Honrar pai e mãe”. São Paulo nota que “este é o primeiro mandamento que vem acompanhado de uma promessa: Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas vida longa sobre a terra” (Dt 5,16; Ex 20,12; Ef 6,2).
Honrar quer dizer encher de honra; reconhecer a sua dignidade…
A grande e honrosa tarefa que Deus reservou para os pais é a de gerar e educar os seus filhos. Os pais são cooperadores de Deus na maior de todas as missões, gerar os filhos de Deus, à sua imagem e semelhança. Nada pode se igualar à sublimidade desta obra. Se é importante e digno produzir os bens que utilizamos: casas, roupas, móveis, alimentos, etc, quanto mais digno e nobre é dar a vida a novos seres humanos? Uma só vida humana vale mais do que todo o universo material, pois nada disso tem uma alma imortal, imagem e semelhança do próprio Deus.
O Catecismo da Igreja nos ensina que “a paternidade divina é a fonte da paternidade humana”(§ 2214), e que aí está o “fundamento da honra devida aos pais”. Os filhos devem aos pais o “dom da vida”.
Por ser muito grande a missão dos pais, Deus lhes cobre de glória, e obriga os filhos a honrá-los. É impressionante notar como Deus exalta a figura dos pais, em face da sua missão importantíssima de gerar e educar os filhos.
O destaque aos pais começa pelo fato de um dos Mandamentos, o quarto, ser dedicado a eles: “Honrar pai e mãe”. São Paulo nota que “este é o primeiro mandamento que vem acompanhado de uma promessa: Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas vida longa sobre a terra” (Dt 5,16; Ex 20,12; Ef 6,2).
Honrar quer dizer encher de honra; reconhecer a sua dignidade…
terça-feira, 10 de setembro de 2013
5 coisas que um filho precisa ouvir do pai
Por graça de Deus, eu sou o pai de quatro filhos fantásticos: três meninas e um menino. Assim como é maravilhoso ser o pai de filhas, é maravilhoso ser pai de um filho.
Em minha casa, Daniel Jr (4 anos de idade) e eu estamos a perder 4-2 com as raparigas, e por isso fizemos uma espécie de aliança para garantir que nem tudo fica pintado de cor-de- rosa, que vemos futebol com alguma regularidade, e que se vêem tantos filmes de super-heróis como filmes da Barbie.
Falando a sério, o trabalho de criar um filho é uma tarefa nobre e importante. Infelizmente, é um trabalho que muitos homens desleixam, abrindo caminho ao que agora se vê como uma crise de grandes proporções no nosso país: a crise da paternidade.
Quando tiver vagar veja as estatísticas e ficar a saber que uma percentagem muito elevada dos jovens que estão na prisão tiveram pouca ou nenhuma experiência de envolvimento com o pai. Na minha função pastoral, eu vi os efeitos devastadores da ausência do pai ou da sua falta de liderança na vida do filho.
Homens, ser pai para os filhos é um trabalho sério. Por isso, gostaria de apontar 5 coisas que todo filho precisa ouvir do pai:
1. Gosto de ti
Qualquer rapaz precisa de ouvir e saber que o pai o ama. Sem essa afirmação, um homem carrega feridas profundas que afetam os seus relacionamentos mais importantes.
Encontrei homens de todas idades que sonham ouvir essas palavras mágicas que significam bem mais quando vêm do pai: gosto de ti.
Nesta altura o meu filho tem só 4 anos, por isso é mais fácil dizer essas coisas. Suspeito que, à medida que crescer, vai ser um pouco mais complicado. Mas continuo a pensar dizer.
Porque por detrás de uma aparência às vezes áspera de um rapaz jovem há um coração que deseja sentir o amor do pai. O que você pode não perceber é que a primeira imagem que o miúdo vai ter do seu Pai celestial é a imagem do pai terreno quando olha para ele.
Ou seja, toca a dizer ao seu rapaz que gosta dele.
Em minha casa, Daniel Jr (4 anos de idade) e eu estamos a perder 4-2 com as raparigas, e por isso fizemos uma espécie de aliança para garantir que nem tudo fica pintado de cor-de- rosa, que vemos futebol com alguma regularidade, e que se vêem tantos filmes de super-heróis como filmes da Barbie.
Falando a sério, o trabalho de criar um filho é uma tarefa nobre e importante. Infelizmente, é um trabalho que muitos homens desleixam, abrindo caminho ao que agora se vê como uma crise de grandes proporções no nosso país: a crise da paternidade.
Quando tiver vagar veja as estatísticas e ficar a saber que uma percentagem muito elevada dos jovens que estão na prisão tiveram pouca ou nenhuma experiência de envolvimento com o pai. Na minha função pastoral, eu vi os efeitos devastadores da ausência do pai ou da sua falta de liderança na vida do filho.
Homens, ser pai para os filhos é um trabalho sério. Por isso, gostaria de apontar 5 coisas que todo filho precisa ouvir do pai:
1. Gosto de ti
Qualquer rapaz precisa de ouvir e saber que o pai o ama. Sem essa afirmação, um homem carrega feridas profundas que afetam os seus relacionamentos mais importantes.
Encontrei homens de todas idades que sonham ouvir essas palavras mágicas que significam bem mais quando vêm do pai: gosto de ti.
Nesta altura o meu filho tem só 4 anos, por isso é mais fácil dizer essas coisas. Suspeito que, à medida que crescer, vai ser um pouco mais complicado. Mas continuo a pensar dizer.
Porque por detrás de uma aparência às vezes áspera de um rapaz jovem há um coração que deseja sentir o amor do pai. O que você pode não perceber é que a primeira imagem que o miúdo vai ter do seu Pai celestial é a imagem do pai terreno quando olha para ele.
Ou seja, toca a dizer ao seu rapaz que gosta dele.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Estudo demonstra que homens que vivem a paternidade são mais felizes
(ACI).- Um estudo elaborado por um grupo de psicólogos das universidades Universidade de Riverside, Stanford e British Columbia indica que a paternidade aumenta nos homens os níveis de felicidade em comparação com aqueles que não têm filhos, e evidenciou também que as crianças não são uma fonte de problemas.
Segundo a investigação chamada "Em Defesa da Família: As crianças estão associadas com mais alegria que penas", os pais que participaram do estudo manifestaram um maior grau de felicidade, emoções positivas e vontade de viver que os homens sem filhos.
Do mesmo modo, contra o que comumente se acredita em várias sociedades do mundo, o estudo demonstrou que os pais são mais felizes quando estão cuidando dos seus filhos que em qualquer outro tipo de atividade cotidiana, "apesar das responsabilidades adicionais às que conduz".
Nesse sentido, Elizabeth W. Dunn, psicóloga social da Universidade de British Columbia no Canadá, assinalou que os benefícios emocionais da paternidade se relacionam com o aumento da responsabilidade.
"Ao estar pendente dos cuidados de outra pessoa se fomenta certo altruísmo e o homem deixa de estar tão centrado em si mesmo, e partir desta óptica fomenta-se as emoções positivas", expressou Dunn, quem esclareceu ainda que "não se trata de procurar os sentimentos positivos através dos filhos, mas sim de implicar-se em seu cuidado e educação".
Finalmente, os investigadores indicaram que o estudo também contradiz aqueles que acreditam que os filhos são uma fonte de problemas. Segundo o estudo, os filhos não prejudicam o desenvolvimento pessoal dos pais nem limitam suas relações sociais.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Manter sua filha pura é sua responsabilidade
Por MInTheGap
Traduzido por Andrea Patrícia
Quando se trata de meninas, os pais são um enigma. Eles são facilmente persuadidos por elas e pelo amor que elas demonstram ao seu pai. Há um conjunto estranho de sentimentos em relação a elas – e podem facilmente ser confundidos, pois eles não sabem se deveriam protegê-las ou deixá-las soltas.
O pai pode facilmente deixar boa parte da criação de sua filha com sua esposa – a mãe dela – e esperar que “uma vez que ela é uma mulher, ela sabe como lidar com uma mulher, então por que devo me envolver?”
E, no entanto, se um pai prefere não se envolver, pode ser que ele não faça um trabalho bom o suficiente para transmitir a sua perspectiva e fornecer a proteção devida.
sábado, 15 de setembro de 2012
A influência dos bebês sobre os homens solteiros
Douglas W. Phillips
Alguns dos homens solteiros mais masculinos e visionários que conheço passam tempo em companhia de bebês e crianças pequenas. E eles adoram isso. Eles amam abraçá-los, brincar com eles, e se regozijar perante a esperança que aquela nova vida representa.
Alguns dos homens solteiros mais masculinos e visionários que conheço passam tempo em companhia de bebês e crianças pequenas. E eles adoram isso. Eles amam abraçá-los, brincar com eles, e se regozijar perante a esperança que aquela nova vida representa.
Fazem isto porque rejeitaram a cultura do individualismo radical que ensina os homens a verem suas vidas isoladas da família e da comunidade cristã. Fazem isto porque têm à sua volta outros homens — já casados e pais — que falam da aliança, de uma geração fiel, e da responsabilidade dos homens de suscitar uma semente piedosa.
Reconhecem que sua própria missão como homens estará relacionada — muito provavelmente — com seu papel de pai. Como homens solteiros, se preparam para a paternidade e começam a orar pelos filhos que o Senhor decidirá enviar-lhes. Reconhecem que filhos são uma rica benção a ser grandemente desejada por qualquer homem que seja, digamos... homem!
Para essa nova geração de homens, os bebês são um lembrete de que são descendência e deixarão descendentes. Eles lhes trazem à mente suas prioridades em Cristo. A presença de crianças na vida dos homens solteiros é um encorajamento à visão do Salmo 127 de que um dia sua própria família será poderosa na terra. Bebês são um lembrete de que nossos pais espirituais, a exemplo de Abraão, foram homens que alimentavam fortemente a esperança de ter filhos. Crianças nos lembram de que o maior exemplo de masculinidade em toda a história repreendeu outros homens que impediam as criancinhas de se aproximar dele (Marcos 10.14).
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Assistimos a “evaporação” do conceito do pai em nossos dias?
Luciana Sica, Jornal La Repubblica.
“Papi”: é assim que os adolescentes de hoje chamam seu próprio pai, com um nomezinho que soa como um sinônimo do esvaziamento da autoridade da figura paterna. Para dizer melhor, com Massimo Recalcati: “A figura do pai reduzida a ‘papi’, ao invés de sustentar o valor virtuoso do limite, autoriza a sua mais total dissolução. E reflete a tendência de fundo da família hipermoderna: ambos os genitores estão mais preocupados em se fazer amar pelos seus filhos do que em educá-los. Mais ansiosos em protegê-los dos fracassos do que em suportar os seus conflitos e, portanto, menos capazes de representar ainda a diferença geracional”.
Recalcati é psicanalista, e lacaniano ainda por cima, porém, o seu Uomo senza inconscio [Homem sem inconsciente] vendeu mais de 10 mil cópias. Um sucesso devido à capacidade de contar os transtornos da nossa civilização sem um excesso de tecnicismos escolásticos.
Será publicado o seu novo livro sobre a paternidade na época hipermoderna, sobre a evaporação do pai, segundo a expressão cunhada por Lacan ainda no final dos anos 60. É um tema que incide sobre as mudanças da cultura ocidental, vindo a faltar o princípio fundante da família e do corpo social – além de investir profundamente contra a condição existencial de cada um.
A interrogação do título já alude a um vazio que dificilmente pode ser preenchido: Cosa resta del padre? [O que resta do pai?] (Ed. Cortina, 190 páginas).
Eis a entrevista.
O que resta do homem que assegurava a ordem do mundo e da vida dos seus filhos?
Certamente não o ideal do Pai, o pater familias, o pai como herdeiro na terra do poder transcendente de Deus, e nem o pai edípico celebrado por Freud como suporte da realidade psíquica. Não podemos mais recorrer à autoridade simbólica do pai, que quase se dissolveu: dizem-no os psicanalistas, os sociólogos, os filósofos da política… Trata-se, então, de pensar no pai como “resto”, não mais Ideal normativo, mas sim como ato singular e irrepetível, antagonista ao ensinamento exemplar, à intenção pedagógica. Aquilo que resta do pai tem a dimensão de um testemunho ético, é a encarnação da possibilidade de viver ainda animados por paixões, vocações, projetos criativos, embora sem o recurso à fé na palavra dogmática ou por meio de sermões morais.
O pai é um homem que ainda sabe transmitir o sentimento da esperança?
É um homem que diz “sim!” ao que existe, sem aprofundar no abismo de um puro gozo destrutivo, sem tornar a vida equivalente à vontade de morrer ou de enlouquecer. A verdade que pode transmitir está necessariamente enfraquecida, porque não exibe modelos exemplares ou universais: o seu testemunho, de fato, fere toda exemplaridade e toda universalidade, tornando-se excêntrica e anárquica com relação a qualquer retórica educativa. O que conta – e resta a um filho – é como, na escura noite de um mundo sem Deus, um pai mantém aceso o fogo da vida, não a manifestação de uma negação repressiva pura, mas, ao contrário, a doação da confiança no porvir.
Em uma relação que permanece totalmente assimétrica?
Absolutamente. Vou dar um exemplo muito simples: um insulto de um pai dirigido a um filho pode ter um efeito indelével que o contrário não comporta de modo algum… Quando Freud lhe atribuía o saber “manter os olhos fechados”, pretendia sublinhar o caráter “humanizado” da Lei que ele representa. Não ouvir uma palavra insolente ou não ver um gesto obsceno, às vezes, pode ser a condição para continuar o jogo… É a dupla tarefa da função paterna: introduzir um “não!” que seja verdadeiramente um “não!” e, ao mesmo tempo, saber encarnar um desejo vital e capaz de realização.
Famílias monoparentais, maiores de 50 anos que se tornam mães sem um companheiro, ( A sociedade mudou..). Havia uma vez o esquema edípico – sintetizando: o pai “interdiz” o gozo incestuoso e “separa” a mãe do filho. Mas o mundo não é verdadeiramente “novo”, e certos modelos, quase inservíveis?
O esquema edípico continua tendo o seu valor, se, porém, abandonamos o teatrinho familiar. O importante é que não seja menosprezada a função educativa do laço familiar, o que quer dizer humanizar a vida, inscrevê-la em uma pertença, fazê-la participar de uma cultura de grupo, dar-lhe uma casa, isto é, uma raiz, uma disponibilidade ao cuidado e à presença… Se não se pode mais transmitir o verdadeiro sentido da vida, é ainda possível, porém, mostrar que se dá um sentido à vida.
Além de Freud e principalmente Lacan, o senhor recorre à literatura com Philip Roth (Patrimônio) e Cormac McCharty (A Estrada). E depois àquele cinema de Clint Eastwood que rompe justamente a “ordem do sangue”. Tomemos como exemplo Menina de Ouro…
Toda paternidade, como Françoise Dolto gostava de repetir, é sempre adotiva, é sempre uma adoção simbólica que transcende o sangue e a biologia… “Eu quero você!”. “Serei o seu treinador!”: Frankie reconhece o desejo de Maggie de se tornar uma pugilista profissional, de ter ele e não outros como treinador, responde à sua demanda abrindo uma exceção à própria ética (”Eu não treino garotas!”) e ao funcionamento da sua academia, frequentada só por homens. Desse modo, o ato da paternidade se produz como ruptura de uma ordem universal: a ordem da moral normativa, do sangue e da genealogia, a ordem dos dogmas. Frankie acolhe Maggie, não a abandona como “uma causa perdida”. No fim, será o seu enfermeiro, a sua luz, o seu pai amado.
Estudo demonstra que homens que vivem a paternidade são mais felizes.
Segundo a investigação chamada “Em Defesa da Família: As crianças estão associadas com mais alegria que penas”, os pais que participaram do estudo manifestaram um maior grau de felicidade, emoções positivas e vontade de viver que os homens sem filhos.
Do mesmo modo, contra o que comumente se acredita em várias sociedades do mundo, o estudo demonstrou que os pais são mais felizes quando estão cuidando dos seus filhos que em qualquer outro tipo de atividade cotidiana, “apesar das responsabilidades adicionais às que conduz”.
Nesse sentido, Elizabeth W. Dunn, psicóloga social da Universidade de British Columbia no Canadá, assinalou que os benefícios emocionais da paternidade se relacionam com o aumento da responsabilidade.
“Ao estar pendente dos cuidados de outra pessoa se fomenta certo altruísmo e o homem deixa de estar tão centrado em si mesmo, e partir desta óptica fomenta-se as emoções positivas”, expressou Dunn, quem esclareceu ainda que “não se trata de procurar os sentimentos positivos através dos filhos, mas sim de implicar-se em seu cuidado e educação”.
Finalmente, os investigadores indicaram que o estudo também contradiz aqueles que acreditam que os filhos são uma fonte de problemas. Segundo o estudo, os filhos não prejudicam o desenvolvimento pessoal dos pais nem limitam suas relações sociais.
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